PEQUENAS FRATERNIDADES: O ROSTO DA PARÓQUIA.

Pequenas Fraternidades são grupos de cristãos católicos que se encontram periodicamente em suas casas para vivererem a Palavra e, movidos por ela, a solidariedade, a partilha e o amor tão desejados por Jesus Cristo. As Pequenas Fraternidades, juntamente com as pastorais, constituem a base da Paróquia Nossa Senhora de Guadalupe.

 

O movimento das Pequenas Fraternidades teve início sob a orientação do primeiro pároco da paróquia, Pe. Celso Antônio, em maio de 1998. Foi criado como um movimento destinado ao anúncio da Palavra na Sagrada Escritura, à oração e evangelização das pessoas, como nas primeiras comunidades cristãs e relatado no livro dos Atos dos Apóstolos.  

 

“Eram perseverantes em ouvir o ensinamento dos apóstolos, na comunhão fraterna, no partir do pão e nas orações. Em todos eles havia temor, por causa dos numerosos prodígios e sinais que os apóstolos realizavam. Todos os que abraçavam a fé, eram unidos e colocavam em comum todas as coisas: vendiam suas propriedades e seus bens, repartiam o dinheiro entre todos conforme a necessidade de cada um. Diariamente, todos juntos frequentavam o Templo e nas casas partiam o pão, tomando o alimento com alegria e simplicidade de coração. Louvavam a Deus e eram estimados por todo o povo. E a cada dia, o Senhor acrescentava à comunidade outras pessoas que iam aceitando a salvação.” (At 2, 42-47)

 

A paróquia conta atualmente com mais de mil pessoas entre crianças, jovens, adultos e idosos participando das Pequenas Fraternidades, todas elas buscando o crescimento na fé e no amor a Cristo e à sua Igreja. Uma Pequena Fraternidade deve ser constituída por um número de pessoas, geralmente entre dez e vinte, casais ou não, que possibilite discussões e reflexões com a participação de todos os seus membros. É um movimento aberto à participação de todos e para participar de uma Pequena Fraternidade basta que a pessoa interessada manifeste junto à paróquia ou ao Conselho das Pequenas Fraternidades sua inserção.

 

Os encontros das Pequenas Fraternidades acontecem no horário e dia em que cada grupo julgar ser melhor para seus componentes. Cada encontro conta com um material de estudo, sendo que o principal é a Sagrada Escritura. No decorrer do Calendário Litúrgico da Igreja outros materiais podem ser orientados e disponibilizados pelo Conselho das Pequenas Fraternidades objetivando viabilizar uma comum união entre seus membros e destes com a Igreja.

 

O Conselho das Pequenas Fraternidades foi criado em dezembro de 2013 e é presidido pelo pároco. Sua principal função é responsabilizar-se pela organização geral do movimento, em comunhão e obediência ao pároco e à Igreja, e coordenar todos os trabalhos, ações e serviços de cada Pequena Fraternidade. Cada Pequena Fraternidade é animada por dois de seus componentes, os quais podem ser escolhidos pelo próprio grupo, indicados pelo Conselho das Pequenas Fraternidades ou que, naturalmente, se apresentem para esse serviço. Os animadores se mantêm na função por um período determinado, quando são substituídos ao término deste. Embora cada membro participante da Pequena Fraternidade seja responsável por ela, os animadores constituem na principal referência da mesma junto ao Conselho das Pequenas Fraternidades e a paróquia. São também os primeiros a animar a Pequena Fraternidade, a colocar-se a serviço dos demais e da Igreja e a promover o crescimento igualitário e a harmonia de seus participantes.

 

As Pequenas Fraternidades constituem-se em um serviço à evangelização, ao crescimento e ao amadurecimento na fé cristã de seus integrantes para leva-los a um verdadeiro engajamento e participação ativa na igreja. Para isso, são orientadas a estarem sempre atentas aos chamados e necessidades da paróquia e da Arquidiocese, bem como colocarem-se à disposição da igreja. No serviço paroquial têm sob sua responsabilidade a arrumação das igrejas (templos) da paróquia; a organização litúrgica das celebrações; a participação nas obras sociais da paróquia; o apoio nas festas e promoções. As Pequenas Fraternidades também representam a principal fonte do laicato para alimentar os diversos ministérios, pastorais e serviços leigos da paróquia.

 

Como Maria, modelo do discipulado, as Pequenas Fraternidades, também movidas e guiadas pelo Espírito Santo, fazem pulsar o coração da Paróquia Nossa Senhora de Guadalupe e a torna em verdadeira Igreja Viva no meio do povo.

Movimento das Pequenas Fraternidades é assunto em reportagens do Observatório da Evangelização. 

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